A tarde ardia com cem sóis em supernova.
E o douráureo abrasante subia
borbolhando em cilindos de vidro
para o estorpor das mentes
virando copos somridentes.
acima da rinha do horizonte
das bocarrafas vazias e bronze
colorindo os barrios de cerveja
olhos cálidos me bronzeando a fronte
que embora acostumbra da às albas
nunca vira essas irradiações bárbaras.
fotografável, seu solriso
orgranulando em filme
re-cortava laminamável
o silenço do céu soturno;
vi você inteira encandescendo
escaladas celestes,
plumbiluzindo, cabelos, coturno,
toda fulgiforme, centelha devenindo
big band de constelações iridescentes:
do core a quasar,
órbita em óbito
convulsão de cometas
armatéria que se desfaz
para sede novo
enorgia galáctica, poeira branca
cosmosumindo
e fabrilhando
stellas.
cara, pra ser sincero, não sou muito de poesia, mas gostei pra caramba, principalmente dos trocadilhos, muito bom!
ResponderExcluirAliás parabéns pelo design também!
ResponderExcluiresse texto é um incêndio!
ResponderExcluirfiquei sabendo
ResponderExcluirde você e
muito
gostei
(contempla, comenta,
comete convulsão de cometas)
muito
prazer
o prazer é nosso!
ResponderExcluirincêndio mesmo!
ResponderExcluirgenial. palpável.
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