5.11.12
Os tempos
que desexistem,
neles viajo,
vigio, soberbo,
resguardo-os na testa, nos membros,
enquanto o céu dá luzes muito além das horas.
Um comentário:
Adriano de Castilho
5 de nov. de 2012, 23:33:00
da História que eu desproduzo
Responder
Excluir
Respostas
Responder
Adicionar comentário
Carregar mais...
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
da História que eu desproduzo
ResponderExcluir